Os Santos, esses homens e mulheres que se dedicaram para Deus integralmente, sejam casados ou virgens, religiosos ou leigos, são, assim como Jesus dá sua Mãe querida a nós, nossos amigos. Muito além disso, nossos amigos que intercedem por nós, nos guiam, nos corrigem e amam verdadeiramente.
Portanto, aqui estamos a tratar do Dia de Todos os Santos, que no Brasil é celebrado dia 01/11, que nos chama do fundo do coração a amar a Deus e seus amigos, que andaram conosco e agora estão no céu.
Originalmente, uma festa que data do III século depois de Cristo e que é seguida da Festa dos Fiéis Defuntos, tinha o propósito de honrar esses fiéis santos, conhecidos e desconhecidos, de Jesus.
No decorrer da vida da Igreja na terra, mais homens e mulheres eram santificados e, até martirizados, o que nos leva ao Papa Gregório III, que consagrou a Basílica de São Pedro à “todos os santos” e fixou o dia para 1 de novembro.
Muito além de um dia festivo, se trata da admissão que força humana não é capaz de nos salvar de vícios e pecados habituais, da tristeza e nem do desespero.
Mas Deus pode. Deus e seus queridos Filhos prediletos, que deram tudo por ele, podem. Se eles deram tudo por Deus, o que Deus poderá lhes negar?
Contudo, não pense que Deus deseja feitos enormes e grandes conquistas. Ele deseja apenas um coração contrito e que O ama. À exemplo da Santíssima Virgem Maria, Mãe de Deus, e de Santa Teresinha.
E como a própria Santa Terezinha do Menino Jesus diz: “tudo está bem quando só se procura a vontade de Jesus.”
A santidade é vocação universal e um chamado do próprio Cristo para a radicalidade da entrega total a Ele, e repúdio e ódio ao que o ofende.
No fim das contas, só importa o que Jesus pediu a todos nós: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15).
Pela intercessão de todos os Santos, convertei-nos, Senhor!