A palavra “superstição” vem do latim “superstitionem”, vocábulo cuja origem, até os nossos dias, é controvertida, muito embora seja consenso de que o prefixo super(acima) refira-se aos poderes que estão acima dos homens.
Segundo o dicionário, superstição é a crença ou noção sem base na razão ou no conhecimento, que nos leva a criar falsas obrigações, a temer coisas inócuas, a depositar confiança em coisas absurdas. É a crença em presságios e sinais, originada por acontecimento ou coincidências fortuitos
No Catecismo Católico, superstição é um desvio do sentimento religioso e das práticas que dele fazem parte. É considerado um pecado contra a fé e um “excesso perverso contra a religião”. Pode ser manifestado de diversas formas: Idolatria; adivinhação; magia; atribuir importância mágica a certas práticas; atribuir eficiência exclusivamente à materialidade das orações ou dos sinais sacramentais e ainda, ações que agem como quem dá ordens a Deus. O que, por si só, é um absurdo!
A superstição é diferente da fé. Fé é acreditar em algo que, embora a razão não tenha alcançado, é coerente com ela. Superstição é acreditar em forças e realidades mágicas, sem qualquer fundamento racional. Embora sejam realidades aparentemente próximas, são completamente distintas.
Surgem nas viradas de ano, como tradição africana, tais como: Pular sete ondas na praia à meia noite, fazendo sete desejos a
Iemanjá; beijar alguém à meia noite; comer lentilha ou romã; começar o ano com o pé direito, etc. cada um com seu sentido espiritual ou não.
Nós não podemos e, principalmente não devemos agir assim. Nossa fé tem um nome que nos orienta: JESUS!
Não nos deixemos ser levados por mais nada!